Minha Pomba

Eu dormia, mas meu coração velava.
Eis a voz do meu amado. Ele bate:

– Abre-me, minha irmã, minha amiga,
minha pomba, minha perfeita;

minha cabeça está coberta de orvalho,
e os cachos de meus cabelos cheios das gotas da noite.

Tirei minha túnica; como irei revesti-la?
Lavei os meus pés; por que sujá-los de novo?
Meu bem-amado passou a mão pela abertura
e o meu coração estremeceu.

— Cânticos, 5:2-4

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